De acordo com o jornal espanhol El País e reproduzido pelo jornal A Bola, Pep Guardiola, treinador do Manchester City, abriu uma conta no banco de Andorra BPA quando esteve na Arábia Saudita, ao serviço do Al Ahli (2003-2005), mantendo-a ativa até 2012. Nesse ano, o espanhol aproveitou um perdão fiscal concedido pelo governo de Mariano Rajoy e deixou o cargo de treinador do Barcelona, mudando-se para Munique para treinar o Bayern.

Agora, e segundo a investigação do Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação, em 2007 Pep Guardiola criou ainda uma sociedade sediada no Panamá, Repox Investementos, para esconder que era o titular da conta que foi mantido em segredo das Finanças espanholas até 2012.

O Pandora Papers, que envolve personalidades de 117 países, analisou 11,9 milhões de documentos de 14 empresas de advogados especializados em criar sociedade offshore em paraísos fiscais.

Entre os nomes referidos na investigação Pandora Papers, estão o rei Abdallah II da Jordânia, o primeiro-ministro da República Checa, Andrej Babis, e o Presidente do Equador, Guillermo Lasso, revela a investigação, publicada em órgãos de informação como The Washington Post, BBC e The Guardian.

A investigação (acessível em https://www.icij.org/investigations/pandora-papers/global-investigation-tax-havens-offshore/) revela ainda novos detalhes sobre importantes doadores estrangeiros do Partido Conservador do primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, e detalha atividades financeiras questionáveis do "ministro oficioso de propaganda" do Presidente russo, Vladimir Putin.

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