A C2 1000 dos canoístas Marco Apura e Bruno Afonso não está entre as tripulações portuguesas favoritas ao apuramento para Tóquio2020, contudo, o seu treinador confia que podem surpreender e consegui-lo nos mundiais da Hungria.

“Estão muito bem preparados. Trabalhámos muito bem neste ano e meio em que estamos juntos. A semifinal vai ser decisiva. Espero que estejam muito bem, com vento favorável. Acredito que podem ficar até ao necessário oitavo lugar na final”, disse Jaroslav Rodan, o checo responsável pela sua orientação técnica.

Nas canoas, os oito primeiros ganham o passaporte para o Japão, sendo que, em maio de 2020, na qualificação continental, haverá ainda mais duas vagas para estas canoas de dois lugares, que começam a competir na quinta-feira, sem que haja em disputa qualquer lugar direto à final.

“O sistema é mais favorável do que nos Jogos de Londres e do Rio, pelo que acredito que é possível. Só desejo que não tenham vento de frente, pois não são tão fortes fisicamente quanto outros adversários e isso iria prejudicá-los”, desejou.

As canoas contam ainda com o olímpico Hélder Silva, que viu a C1 mudar dos seus prediletos 200 metros para os 1000, distância na qual não está entre os mais fortes do mundo, como acontece na prova mais curta, pelo que será mais complicado ser bem-sucedido.

Portugal apresenta em Szeged uma seleção de 12 canoístas – mais três atletas a tentar a classificação para os Jogos Paralímpicos -, em prova com recorde de 102 países e mais de 1000 atletas.

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