Mark Cavendish confessou-se hoje “amargamente dececionado” por ter falhado a 35.ª histórica vitória em etapas da Volta a França em bicicleta, depois de ter sido segundo na sétima etapa da 110.ª edição, atrás de Jasper Philipsen.

“Tinha a esperança de ganhar, pelo que estou amargamente dececionado, muito dececionado”, resumiu ‘Cav’.

A 50 metros do risco de meta, o britânico da Astana, de 38 anos, ainda estava na frente do pelotão, mas foi ultrapassado pelo belga da Alpecin-Deceuninck, que somou em Bordéus a sua terceira etapa neste Tour.

“Estava numa posição bastante boa, onde queria. Foi um final longo e reto. O Cees Bol colocou-me na frente no último quilómetro. Estava na roda certa, mas saí [para o sprint] um pouco antes do que gostaria”, resumiu o corredor da Ilha de Man.

Cavendish, que já tinha ganhado em Bordéus em 2010, falhou assim nova tentativa de descolar de Eddy Merckx como ciclista mais vitorioso de sempre na Volta a França, com os dois a partilharem o recorde com 34 etapas conquistadas.

Vencedor da última etapa do Giro2023, o carismático britânico, considerado por muitos como o melhor sprinter de sempre, prometeu hoje que irá continuar a tentar ‘desempatar’ com o belga.

“Estou cada vez em melhor forma, o que é positivo”, estimou.

‘Cav’ vai retirar-se do ciclismo no final deste ano, contando no currículo com 162 triunfos, nos quais se destacam os somados em grandes Voltas: além dos 34 no Tour, tem 17 no Giro e três na Vuelta – é o terceiro ciclista com mais vitórias nas ‘grandes’, depois de Merckx (64) e do italiano Mario Cipollini (57).

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