
Igor Tudor foi esta quinta-feira apresentado oficialmente, em conferência de imprensa, como novo treinador da Juventus, sucedendo a Thiago Motta.
"Comecei a treinar muito cedo devido a lesões. Já estou no estrangeiro há muitos anos. Posso ser um pouco exigente, mas faço as minhas escolhas com o coração. Venho, com contrato ou sem contrato, se achar que está certo continuo, se não estiver certo vou para casa. Vive-se o presente, ter um contrato de 10 anos muda pouco. Gostava de ter um contrato de 10 anos, mas continuo a fazer o meu trabalho", começou por dizer.
"Sábado começo e estou motivado. É a vida de um treinador. Não podemos controlar o futuro. Eu vivo o treino de hoje, tenho de falar com os jogadores, é a vida de um treinador", reforçou.
"Quando se está na Juve, é preciso ganhar e crescer rapidamente. Este é um trabalho para todos. Sempre disse que a Juve é um clube que escolhe as pessoas certas. Esta é a força da Juve. Aqui conheci a cultura de trabalho de Del Piero, Zidane e Montero. Foi o que sempre tentei transmitir e é o que quero fazer agora também", referiu ainda o técnico croata, que representou como jogador o emblema de Turim no final da década de 1990 e início da década de 2000.
Como treinador, Tudor orientou a Lazio durante onze jogos no final da temporada passada e antes passou pelo comando técnico de Marselha. Em Itália já treinou também o Hellas Verona e a Udinese, tendo também sido adjunto de Pirlo na Juve durante a temporada de 20/21.
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