Depois da derrota do Casa Pia por 3-1 no Estádio do Dragão, frente ao FC Porto, treinador e capitão dos gansos falaram na flash interview que se seguiu à partida, reconhecendo a superioridade dos azuis e brancos.

Pedro Moreira

"Foi um jogo difícil, frente a uma equipa que tinha o orgulho ferido, já o sabíamos. Eles entraram muito fortes e sentimos dificuldades em ter bola, em circular a bola, muito devido à pressão que o FC Porto exerceu, a opção estratégica do Sérgio Conceição criou-nos algumas dificuldades no início, mas não foi por isso que sofremos golos. Demorámos um pouco a adaptar-nos mas quando o conseguimos penso que conseguimos equilibrar um pouco o jogo. O ponto que eu queria destacar é que em outros momentos do jogo a equipa demonstrou personalidade, mas realmente temos de ser mais competitivos e ganhar pontos, mesmo em jogos complicados, como este", começou por explicar.

"Esta não é uma equipa que sofra muitos golos de bola parada, logicamente que não estamos contentes e naquele momento complicou a estratégia que tínhamos preparado durante o intervalo; não fomos competentes naquele momento", prosseguiu.

"Esperamos, com muito trabalho e dedicação, ser capazes de assumir de outra forma. Quero assumir enquanto treinador a responsabilidade do que se passou na primeira parte e naquele primeiro golo sofrido, mas a equipa está a crescer e estou certo que mais à frente terá a sua imagem de marca, aquela que queremos construir. Prometemos muito empenho e trabalho nesse sentido", concluiu.

Vasco Fernandes

"O FC Porto é uma equipa forte, o mister Sérgio Conceição incute um espírito muito forte. Nos primeiros 15 minutos marcaram um golo e ficou mais difícil para nós. Conseguimos equilibrar, criámos algumas situações, mas o segundo golo foi muito duro para nós. Não fomos eficazes, parabéns ao Porto; a nossa luta continua", começou por afirmar, antes de abordar o período complicado que viveu, em que se viu afastado da equipa, desmentindo muito do que foi escrito a esse respeito.

"Foram momentos difíceis para mim, foram ditas muitas coisas longe da realidade… tenho 20 anos de carreira, sou respeitado em seis países, passou… Consegui superar tudo com a ajuda dos que me são próximos e o mister [Pedro Moreira],quando chegou, disse que partíamos todos do mesmo momento. Não sou jogador, nem dirigente, sou só um jogador de futebol que está aqui para ajudar este clube centenário a ficar na Liga. Estamos aqui todos para o mesmo, para que o Casa Pia continue nos grandes palcos e depois possa crescer", sublinhou.

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