O Benfica foi a Polónia vencer o Dínamo de Kiev por (resultado), um resultado que deixa os encarnados a um passo da fase de grupos da Liga dos Campeões. Os golos de Gilberto e Gonçalo Ramos ainda na primeira parte fizeram o resultado final e deixaram excelentes perspetivas para a partida da segunda-mão no Estádio da Luz, no próximo dia 23.

Como já tem vindo a ser habitual, Roger Schmidt não fez muitas mudanças no onze inicial; relativamente à vitória diante do Casa Pia, o técnico encarnado promoveu apenas o regresso de David Neres em detrimento de Diogo Gonçalves.

Já o Dínamo, sem poder competir no seu campeonato nacional devido à invasão russa, não pode contar com alguns jogadores importantes como o caso de Sydorchuk; o médio defensivo ucraniano esteve ausente devido a castigo.

Entrada com pé direito

O Benfica entrou com a iniciativa de jogo, muito por opção do Dìnamo; os ucranianos apostavam nas saídas a jogar desde a sua grande área, por forma a encontrar espaços nas zonas mais recuadas dos encarnados ao furar a sua pressão alta. Da primeira vez que a formação urcaniana conseguiu levar a cabo essa estratégia criou perigo; 8 minutos e Besedin a rematar para defesa atenta de Vlachodimos, um lance que acabou por ser invalidado por fora-de-jogo do avançado ucraniano.

Na resposta o Benfica chegou mesmo ao golo. Boa jogada coletiva dos encarnados com a bola a passar por quase todos os jogadores e a chegar a João Mário que, em posição frontal, preferiu servir Gilberto; descaído pela direita, o lateral brasileiro rematou forte de primeira já dentro da área e fez assim o golo inaugural da partida.

Dínamo facilita e Ramos não perdoa

O golo madrugador dos encarnados não mudou a toada da partida, o Benfica continuou a controlar as operações e o Dínamo sempre à espreita de um erro para fazer rápidas transições.

À passagem dos 24 minutos, João Mário esteve muito perto de fazer o segundo dos encarnados com um remate em arco que saiu a centímetros do poste da baliza de Bushchan. O Dínamo tentou imitar o médio português dez minutos depois; Tsygankov veio da direita para o meio e rematou forte com a bola tirar tinta do poste direito de Vlachodimos.

Todavia o Benfica acabaria por chegar ao segundo ainda antes do intervalo. Após lançamento do lado direito, o mesmo Tsygankov cometeu um erro gravíssimo ao atrasar a bola para o colega, David Neres não se fez rogado e assistiu Gonçalo Ramos que, já dentro da área, fez facilmente o segundo das águias.

Controle encarnado, orgulho ucraniano

No segundo tempo o ritmo baixou de sobremaneira, o Benfica procurava gerir a vantagem obtida no primeiro tempo, enquanto que o Dínamo de Kiev mostrou-se mais afoito na procura da baliza encarnada, mas na maioria das vezes, não mostrando clareza na hora de definir.

À semelhança do que acontecera na Dinamarca, Roger Schmidt fez entrar Yaremchuk, Hernique Araújo e Alex Bah para os lugares de Gonçalo Ramos, Neres e Gilberto. O Benfica continuava a controlar, mas agora com menor intensidade.

Essa redução de ritmo levou a alguns momentos de desconcentração por parte do Benfica, e que estiveram na génese dos lances de maior perigo do Dínamo de Kiev; guiados pelo seu orgulho e espírito de missão procuravam a espaços chegar a um golo que entusiasmasse os vários adeptos ucranianos presentes nas bancadas. Nessa altura esteve em destaque Vlachodimos, negando o golo a Karavaev por duas vezes, aos 67 com uma bela mancha, e aos 82 minutos após remate à entrada da área.

Até final da partida o Benfica foi controlando as operações, procurando não facilitar, mantendo-se ao ataque e  encurtando os espaços a um adversário que procurava um golo que pudesse dar uma réstia de esperança numa possível qualificação da formação ucraniana.

Com esta vitória, o Benfica tem tudo para garantir, em Lisboa, a qualificação para a fase de grupos da Liga dos Campeões.

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