“Esgotado! Esta noite no Olímpico ecoarão 50.000 corações amarelos e vermelhos”, pode ler-se na conta no ‘twitter’ da Roma, que não está presente numa final europeia há 31 anos e que só conta no seu historial com um título, da extinta Taça das Cidades com Feira, em 1961.

A reduzida capacidade do palco da final, o estádio Arena Kombëtare, em Tirana, na Albania, que não possui mais de 22.000 lugares, não satisfez a procura massiva de bilhetes para apoiar a equipa ‘in loco’, razão pela qual a Roma decidiu abrir as portas do seu estádio para que os seus apoiantes possam partilhar as emoções do jogo.

“Outra parte da história está a ser escrita em Roma, com o público romano. É mais uma demonstração de carinho dos adeptos, numa época em que o seu protagonismo nas bancadas foi absoluto. Desta vez, porém, não haverá jogadores a correr no relvado, mas será como viver qualquer jogo da Roma em direto”, escreveu o clube no comunicado que tornou público.

A Roma defronta hoje em os neerlandeses do Feyenoord a partir das 20:00, na final da Liga Conferência Europa, na primeira edição desta prova da UEFA, e José Mourinho pode erguer hoje o quinto título europeu da carreira.

O técnico luso, de 59 anos, natural de Setúbal, regressa a um palco de uma grande decisão europeia, depois de ter conquistado a Liga Europa, em 2017, ao serviço dos ingleses do Manchester United.

Antes, Mourinho também venceu duas edições da Liga dos Campeões, uma pelo FC Porto e outra pelo Inter Milão, e ainda uma Taça UEFA, ao serviço dos ‘azuis e brancos’.

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