Depois de a Liga Espanhola de Futebol se ter mostrado do lado do Barcelona após Lionel Messi ter pedido para deixar o emblema catalão alegando que o seu contrato lhe permitia, no final da época, negociar livremente com qualquer clube, Javier Tebas, presidente daquele organismo, voltou a abordar o assunto.

O líder máximo da La Liga lembrou que não foi por ser Messi que a Liga tomou aquela posição, mas sim por ser esse o seu parecer jurídico e por considerar ser necessário fazer cumprir os contratos.

"A minha guerra não foi contra Messi. Teria feito o mesmo se fosse Pepito Pérez ou qualquer outro jogador do nosso campeonato. Como Liga tivemos e temos o dever de defender a legalidade e a justiça: os contratos devem ser sempre respeitados, quer te chames Messi ou Pepito Pérez", começou por sublinhar Tebas, em entrevista ao 'Corriere della Sera'.

O dirigente referiu mesmo ter um carinho especial pelo astro argentino. "Tenho um carinho especial por Messi, adoro-o, ele faz parte da história do nosso futebol nestes últimos 20 anos. Como podia ir à guerra contra ele? Insisto que só queria que os contratos fossem respeitados. Mas claro que, tratando-se de Messi, a questão adquiriu enormes dimensões mediáticas", prosseguiu.

"Por mais que os seus advogados digam o contrário, o contrato é claro: uma parte foi descontextualizada e isso conduziu a erro. No fim de contas, o que é importante e o que nos deixa felizes é a decisão de Messi de evitar conflitos jurídicos e continuar a jogar pelo clube da sua vida", concluiu.

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