Depois da derrota com Itália na abertura (1-0), Miguel Falé, aos 18 minutos, e Gustavo Sá, na conversão de uma grande penalidade aos 53 minutos, decidiram a contenda a favor da equipa portuguesa.

“O que mudou foi a nossa capacidade de concretizar as oportunidades de golo. Estivemos mais concentrados na finalização, conseguimos ser mais agressivos no ataque à baliza adversária, e capitalizámos a dor do primeiro jogo em energia, determinação, vontade de vencer”, explicou o selecionador, Joaquim Milheiro.

Milheiro acredita no grupo de trabalho que lidera, porque os jogadores “dão tudo em campo”, com 18 atletas “capazes de trazer algo diferente à equipa”.

Na quinta-feira, Portugal decide a passagem às meias-finais, pelas 17:00 em Oran (a mesma hora em Lisboa), quanto soma três pontos, contra seis da Itália e três da Turquia. Os gregos ainda não pontuaram.

“Queremos continuar cá e dar o nosso melhor. Ainda não conseguimos o nosso primeiro grande objetivo, que é passar às meias-finais, e portanto vamos continuar focados, com os pés bem assentes na terra”, declarou o técnico.

Os Jogos do Mediterrâneo Oran2022 arrancaram no sábado e decorrem até 06 de julho, com mais de três mil atletas de 26 países diferentes, incluindo 159 portugueses em 20 disciplinas.

Entre o contingente luso estão vários atletas olímpicos, como Evelise Veiga, Cátia Azevedo, Vera Barbosa, Tsanko Arnaudov, Tiago Pereira, Lorene Bazolo e Liliana Cá, a ginasta Filipa Martins, os atiradores Joana Castelão, Sara Antunes, João Costa e João Paulo Azevedo, os nadadores Ana Catarina Monteiro, Francisco Santos, Ana Rodrigues, Gabriel Lopes, Alexis Santos e Tamila Holub ou também os mesatenistas Jieni Shao e João Monteiro.

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