Wayne Rooney mostrou-se, esta segunda-feira, "furioso e desiludido" com o facto de ter de cumprir um período obrigatório de 14 dias de isolamento, o que o levará a desfalcar o seu atual clube, o Derby County, em três jogos, frente a Huddersfield, Nottingham Forest e Cardiff City, apesar de ter anunciado que testou negativo à COVID-19.

"Acabei de receber a notícia de que o meu teste à COVID-19 concluiu que não estou infetado. Estou, claro, radiante por mim e pela minha família, mas, obviamente, furioso e desiludido por agora ter de me isolar e falhar jogos vitais para o Derby County", escreveu Rooney nas redes sociais.

Segundo o jornal inglês 'The Sun', o veterano avançado de 34 anos e atual treinador-jogador do Derby County realizou o teste depois de ter recebido, em sua casa, a visita de um amigo que tinha contraído uma infeção pelo novo coronavírus. Uma visita que deixou Rooney muito desagradado, visto que o visitante (Josh Bardsley, irmão de Phil Bardsley, jogador do Burnley e antigo colega de Rooney no United) se deslocou a casa do atacante na quinta-feira, quando já tinha sido contactado pelas autoridades, feito o teste, e deveria estar a aguardar em isolamento os resultados. Resultados que, mais tarde, vieram a revelar-se positivos.

De acordo com o 'Daily Mail', Josh Bardsley ter-se-á deslocado à mansão de Rooney para lhe levar um relógio de luxo.

Rooney não tinha conhecimento da situação de Bardsley relativamente à COVID-19 e até jogou na derrota do Derby com o Watford, na sexta-feira, um dia depois da visita. Assim, os plantéis do Derby e Watford, bem como as equipas técnicas, também deverão ser forçados a fazer testes e Rooney, mesmo tendo testado negativo, terá mesmo de cumprir o período obrigatório de 14 dias de isolamento.

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