Em declarações nesta segunda-feira à Angop, em Luanda, sobre a realização de eleições previstas para este mês de Abril, mas adiadas em função do estado de emergência, devido à covid -19, afirmou que não se vai recandidatar por questões pessoais.

Antónia Ribeiro regozija-se pelas realizações e, sobretudo, por ter conseguido "formar uma verdadeira equipa de trabalho”.

No entanto, lamenta o facto de não ter concluído o processo de reactivação da Associação Provincial de Luanda e do Cuanza Sul.

O filiado da capital (Luanda) deixou de existir face à ausência de um candidato para presidente de direcção nas eleições de 2016. Porém, tudo indica que entrará em funções no próximo ciclo olímpico.

A responsável apontou a gestão financeira como sendo das mais difíceis do seu consulado, mas que ainda assim foram realizadas todas as competições internas na época anterior, registando-se a não participação em três eventos internacionais.

Sobre a cabimentação financeira anual por via do Ministério da Juventude e Desportos, afirmou que a quota atribuída à federação não tem permitido grandes realizações, apesar do acréscimo no presente exercício.

Disponível para continuar a contribuir em prol da modalidade, referiu que o orçamento da FATM em 2019 foi de sete milhões de Kwanzas, enquanto que para a 2020 é de 11 milhões.

Desde 2009 na federação, Antónia Ribeiro (liderou - 2016/20) sucedeu Filomeno Fortes, que assumiu no período de 2008/2016 (ela foi segunda vice-presidente durante os dois mandatos).

Pela organização passou igualmente Tony de Jesus, de 1995 a 2008 (a fonte assumiu o cargo de Vogal de Direcção), além de Silva Neto, presidente fundador (1979/1995).

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