O alemão Erik Zabel, que até este domingo detinha ‘ex aequo’ com Peter Sagan o recorde de vitórias na classificação por pontos da Volta a França, assumiu à Lusa que ser segundo atrás do ciclista eslovaco não é nenhuma vergonha.

“Posso imaginar o que me queira perguntar”, disparou o vencedor da camisola verde do Tour entre 1996 e 2001, minutos depois de Peter Sagan ter desempatado a luta particular entre ambos.

Para Erik Zabel ainda era difícil expressar o que sentia ao ver o eslovaco da Bora-Hansgrohe subir ao pódio nos Campos Elísios para celebrar a conquista da sétima camisola por pontos, para isolar-se definitivamente na lista dos recordes, mas de uma coisa estava seguro: “Ser segundo numa lista atrás dele não é nenhuma vergonha”.

“Obviamente, nada mudou. Claro que há aquele velho ditado que diz que os recordes são para ser batidos. No final, não podia fazer nada contra isso, porque o Peter é simplesmente o melhor”, concedeu em declarações à agência Lusa.

Zabel, que dominou os ‘sprints’ no final dos anos 90 e inícios de 2000 e chegou a ser número um mundial nas épocas de 2001 e 2002, admitiu que quando está em casa, a ver o Tour no sofá, se pergunta como um corredor pode ser tão bom e espetacular como Sagan.

“Por isso, só posso dar-lhe os parabéns. Não há nenhum corredor melhor para assumir este recorde, não consigo imaginar ninguém melhor”, reforçou.

O ciclista eslovaco, de 29 anos, conquistou domingo a sétima camisola por pontos na Volta a França, juntando-a às de 2012, 2013, 2014, 2015, 2016 e 2018.

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