O acordo foi assinado por Luís Filipe Vieira, presidente do Benfica e da Fundação, e por Adalberto Campos Fernandes, presidente do conselho de administração do CHLN, que abrange os hospitais de Santa Maria e Pulido Valente.

Os beneficiários desta parceria serão cerca de cem alunos de uma escola do concelho da Amadora, provenientes de estratos sociais mais carenciados e vulneráveis, os quais passarão a ter acesso a cuidados médicos que não tinham antes.

O presidente executivo da Fundação Benfica, Carlos Móia, destacou o "orgulho do clube por assumir responsabilidades no plano social", em particular junto de crianças em três áreas específicas: "abandono escolar, toxicodependência e direito à saúde".

"Somos o 'motor', mas queremos envolver outros parceiros públicos e privados nestas iniciativas de solidariedade social", disse Carlos Móia, destacando que o protocolo hoje assinado vai acrescentar "valências ao nível da saúde", ajudando dessa forma "a implementar o projecto".

Para o presidente executivo da Fundação Benfica, "a saúde é fundamental para um desenvolvimento equilibrado das crianças e dos jovens", sem a qual as outras componentes "ficam comprometidas".

O presidente do CHLN, Adalberto Campos Fernandes, "saudou a preocupação do Benfica" por questões de natureza social, a qual "honra a ideia de que o desporto é uma linguagem universal de solidariedade", e afirmou a sua total disponibilidade para colaborar com a Fundação e cumprir a sua missão enquanto entidade que presta serviços ao público.

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