O FC Porto prepara-se para apresentar um resultado positivo de cerca de 30 milhões de euros no próximo relatório e contas, avança este sábado o jornal 'O Jogo'. Os 'dragões' estarão assim a um curto passo de se verem livres das restrições impostas pela UEFA, às quais os 'azuis e brancos' estão sujeitos desde 2017, altura em que não conseguiu cumprir os regulamentos do fair-play financeiro ditados pelo organismo máximo do futebol europeu.

A mesma publicação acrescenta que o fim deste processo permitiu já ao FC Porto recusar alguns negócios que seriam menos vantajosos nos derradeiros dias dias da janela de transferências de verão.

Essa maior margem negocial, porém, ressalva ainda 'O Jogo', não implica que o FC Porto não esteja obrigado a abrir mão de alguns dos seus principais ativos do plantel, de forma a garantir receita de mercado, mas permitiu já esperar por janeiro e por propostas que possam vir a ser mais favoráveis aos cofres azuis e brancos nessa altura.

Exemplo dessas vendas que o FC Porto pôde adiar são Vitinha ou Sérgio Oliveira, que a direção liderada por Jorge Nuno Pinto da Costa pôde segurar , como o próprio dirigente fez questão de frisar na passada quinta-feira.

Dívida do FC Porto consta da 'lista negra' do Novo Banco

Entretanto, o jornal 'Correio da Manhã' revela na sua edição deste sábado que a dívida do Grupo FC Porto ao Novo Banco está na lista de créditos de risco abrangidos pelo Acordo de Capitalização Contingente.

É através desse Acordo de Capitalização Contingente que o Fundo de Resolução (FdR) compensa o Novo Banco pelas perdas geradas por esses empréstimos.

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