Bruno de Carvalho revela que não está surpreendido com os últimos dados do chamado 'caso dos vouchers’ através da reportagem emitida na noite de domingo pela TVI.

"Fui avisando durante muito tempo que as pessoas cada vez estão mais informadas. Senti na pele durante dois anos, felizmente ao fim de cinco anos percebemos que aquilo que fui fazer à televisão, e que tão criticado fui, foi no mínimo um serviço publico", começou por dizer Bruno de Carvalho, antigo presidente do Sporting, em declarações à Rádio Estádio.

Numa reportagem emitida no 'Jornal das oito' deste domingo, a TVI avança que a PJ descobriu que 'vouchers' oferecidos pelo Benfica a árbitros não eram apenas de 35 euros e que, nalguns casos, chegaram aos 600 euros, já que os mesmos estendiam-se a pessoas da intimidade dos árbitros, observadores e assistentes.

"O futebol rapidamente arquivou o processo e queria que a Polícia também o arquivasse", considerou Bruno de Carvalho, ele que denunciou o caso em outubro de 2015.

"Se fosse funcionário do Benfica e próximo de Luís Filipe Vieira estaria a tremer. Já tramaram o Paulo Gonçalves, não sei quem será o próximo. Se estivesse no Benfica pedia a demissão e fugia para um sítio qualquer. Sabemos que o presidente do Benfica nunca sabe de nada, nunca viu nada…"

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