Sabem aquela sensação de comprar uma viagem de última hora a um preço incrível? Pois, isso é o que Fernando Santos, principalmente, deve estar a sentir neste momento. O engenheiro, habituado a fazer sofrer mesmo os corações mais saudáveis, conseguiu qualificar Portugal pela quarta vez, depois do Euro2016, Mundial2018 e Euro2020, após uma vitória por 2-0.

Depois de eliminar a Turquia na meia-final do play-off, a equipa das Quinas ultrapassou o último obstáculo chamado Macedónia do Norte - que eliminou a campeã europeia Itália na fase anterior - e assegurou assim a oitava presença num Mundial, e a sexta consecutiva, depois de 1966, 1986, 2002, 2006, 2010, 2014 e 2018.

Num Estádio do Dragão lotado, o médio Bruno Fernandes assinou (32' e 65') os golos portugueses que indicaram o caminho até ao Qatar, palco deste Mundial, o primeiro no Médio Oriente e o primeiro a ser disputado no inverno - entre novembro e dezembro.

Quanto ao onze luso, Cancelo, após um jogo de suspensão, Nuno Mendes e Pepe, recuperado da covid-19, entraram para os lugares de Diogo Dalot, Raphaël Guerreiro e José Fonte, face à equipa inicial que alinhou contra a Turquia. Surpresas no onze do jogo anterior, o guarda-redes Diogo Costa e o médio Otávio voltaram a ser titulares.

Veja as melhores imagens do encontro no Dragão

Bruno Fernandes faz os dois golos

Após um mau passe de Ristovski, que permitiu a recuperação de Bruno Fernandes, o médio do Manchester United combinou com Cristiano Ronaldo e este devolveu ao companheiro (de seleção e de clube). Com um remate certeiro, Fernandes abriu o marcador.

No segundo tempo, na sequência de um cruzamento de Diogo Jota, Bruno Fernandes ganhou a corrida com Musliu e finalizou de primeira, com muita classe, para o fundo da baliza adversária, fazendo o 2-0.

Portugal vive desde 2000 o melhor período da sua histórica futebolística, já que conquistou em 2016 o seu primeiro título de sempre, o Europeu, para adicionar em 2019 a vitória na edição inaugural da Liga das Nações.

A formação das ‘quinas’ ainda soma mais três presenças em meias-finais (Europeus de 2000 e 2012 e do Mundial de 2006), mas é, ainda assim, deste quarteto ‘omnipresente’ em fases finais, a seleção que, neste período, tem pior currículo.

قطر والبرتغال في طريقها

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