O Euro 2020 passou para 2021 devido à pandemia e na UEFA continua-se a trabalhar nos cenários possíveis para a realização do torneio no próximo verão, nuns moldes diferentes dos habituais, com jogos em doze cidades europeias.

Apesar da pandemia, Aleksander Ceferin, presidente da UEFA, afirma que o plano das doze cidades anfitriãs se mantêm de pé, mas realça a natureza imprevisível dos tempos que vivemos.

"Nesta altura estamos a planear o Euro exatamente como queríamos. Claro que eu também disse em fevereiro que o Euro iria acontecer como previsto, com estádios cheios no verão, mas tudo mudou num mês. Se me perguntassem em fevereiro se eu estava preparado para uma pandemia que ia parar o mundo, diria que eram loucos", afirmou em declarações ao canal alemão 'ARD'.

Apesar de considerar que o organismo está mais preparado agora do que há uns meses para lidar com o futebol em tempos de pandemia, Ceferin adianta que todas as hipóteses estão a ser analisadas pela UEFA, incluído a diminuição do número de cidades anfitriãs.

"Não estamos a pensar nisso nesta altura, mas podemos implementar diferentes cenários. Estamos a analisar como faremos com adeptos, sem adeptos, com 30, 50 ou 70 por cento (da capacidade dos estádios). Em teoria podemos organizar o Euro em doze países, onze, dez, três ou só num", afirmou.

O presidente da UEFA, que admite que não voltará a apoiar um Europeu espalhado pela Europa - "Simbolicamente é bonito, mas não é uma tarefa fácil para nós, mesmo sem pandemia" - mostra-se confiante na realização do Europeu no próximo ano.

"É um grande desafio, mas tenho a certeza que o Euro vai ser realizado no próximo ano", concluíu.

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