Além dos germânicos, campeões olímpicos em K4 1.000, entretanto substituídos pelos 500 metros, a Bielorrússia surge como o outro aspirante mais forte, sendo que, em teoria, Austrália, Japão e China estão num nível inferior.

Emanuel Silva, João Ribeiro, Messias Baptista e David Varela, que pretendem evitar uma passagem pelos ‘quartos’ da prova, chegaram a Tóquio2020 com o sexto lugar nos Mundiais de 2019, a escassos 15 centésimos de segundo do bronze da Eslováquia, que perdeu para a Alemanha e Espanha, prata.

Na outra eliminatória competem Canadá, Hungria, Eslováquia, Espanha e Comité Olímpico da Rússia, num evento restrito às 11 tripulações mais fortes do globo, oito das quais serão finalistas - as meias-finais e a final decorrem na manhã de 07 de agosto.

Devido à possibilidade de atletas se desdobrarem em mais tripulações, o número de provas cresceu exponencialmente e nunca ouve tantos participantes, por eventos, em Jogos Olímpicos.

Por isso, foi necessário criar um quadro competitivo específico para Tóquio2020, que obriga os melhores a passarem por mais fases, as primeiras quase proforma, uma vez que, pela primeira vez, deixou de haver apuramentos diretos para a final.

Com cada país a poder colocar duas embarcações no mesmo evento, exceto no K4, Fernando Pimenta vai ter dificuldades acrescidas na luta pelo pódio, bem como Teresa Portela e Joana Vasconcelos de entrarem nas finais.

Neste sistema, que anula a sorte ou azar no sorteio, Fernando Pimenta, um dos grandes candidatos a medalhas em K1 1.000, fará a sua adaptação competitiva ao Sea Forest Waterway numa eliminatória em que se destaca igualmente o australiano Van der Westhuyzen.

Em K1 200, Teresa Portela tem como adversária mais forte Natalia Podolskaia, do Comité olímpico da Rússia, enquanto Joana Vasconcelos estará com a húngara Dora Lucz e a polaca Marta Walczykiewicz.

Em K1 500, Joana Vasconcelos vai ter a oportunidade de largar ao lado da neozelandesa campeã olímpica Lisa Carrington, enquanto Teresa Portela segue com a alemã Jule Hanke.

Portela qualificou-se em K1 200, mas vai fazer também o 500, situação inversa à de Joana Vasconcelos que garantiu a vaga nos 500 e também tentará a distância mais curta.

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