Rui Costa foi ilibado pelo Tribunal Arbitral do Desporto do castigo de 16 dias que tinha aplicado pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, na sequência da sua expulsão no clássico com o FC Porto no passado mês de maio.

No seu relatório, o árbitro do jogo entre Águias e Dragões, justificou o cartão vermelho mostrado a Rui Costa por palavras contra a equipa de arbitragem. Soares Dias escreveu que o dirigente do Benfica "entrou no terreno de jogo cerca de um metro" e protestou contra uma decisão, pedido um segundo amarelo ao central Pepe, do FC Porto.

"Isto é segundo amarelo, c...", afirmou Rui Costa.

Ora agora o TAD vem revogar o castigo, explicando que não foi dado a Rui Costa a hipótese de defesa.

"Tendo o arguido sido sancionado, em sede de processo disciplinar, com base em factos que não constavam do relatório do árbitro, mas apenas pelos esclarecimentos complementares prestados pelo mesmo, e não tendo sido esses factos comunicados para que pudesse defender-se cabalmente em sede do mesmo processo disciplinar, não foi assegurado, aquando da sua audição nesse âmbito, o recurso aos meios de defesa que lhe permitissem, eventualmente, valer-se da possibilidade de pôr em causa aquela presumida veracidade", considerou o TAD.

Após a expulsão no clássico, Rui Costa foi suspenso por 16 dias e multado em 1020 euros pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol. O Benfica recorreu do castigo junto do TAD, ao mesmo tempo que apresentou uma providência cautelar junto do Tribunal Central Administrativo Sul. O pedido junto do TCAS foi aceite, permitindo a Rui Costa estar no dérbi de Lisboa frente ao já campeão Sporting.

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