João Henriques protagonizou hoje a quinta saída de treinador na edição 2021/22 da I Liga de futebol, ao acertar a rescisão contratual com o Moreirense, devido aos maus resultados, estando iminente o anúncio do seu sucessor.

O técnico, de 49 anos, deixa os minhotos na 16.ª posição, de acesso ao ‘play-off’ de permanência, com nove pontos, apenas um acima da zona de descida direta, após uma vitória (2-1 na receção ao Arouca, à sétima jornada), seis empates e cinco derrotas.

Os ‘cónegos’ foram ainda eliminados da primeira fase da Taça da Liga, ao perderem na visita ao estádio do Penafiel (2-1), da II Liga, mas vão discutir em Mafra o acesso aos ‘quartos’ da Taça de Portugal, após já terem afastado o Oriental Dragon, da Liga 3 (3-2, após prolongamento) e o primodivisionário e rival concelhio Vitória de Guimarães (3-2).

Na terça-feira, o Boavista promoveu o regresso de Petit à sua casa de partida enquanto jogador e treinador, na sequência da rescisão com João Pedro Sousa, que assumiu ter recebido “nas últimas horas” uma “proposta irrecusável de um clube estrangeiro”.

Com dois triunfos, cinco empates e cinco derrotas no campeonato, o técnico, de 50 anos, deixou o Boavista em 11.º na Liga, com 11 pontos, dois acima do lugar de 'play-off' e três sobre a zona de despromoção direta, estando há nove rondas consecutivas sem vencer.

A saída de João Pedro Sousa é idêntica à de Daniel Ramos, que, à oitava jornada, solicitou a sua libertação do Santa Clara, que era 15.º colocado, com seis pontos, para assumir o comando dos sauditas do Al Faisaly, sendo substituído por Nuno Campos.

Em 2021/21, a ‘dança’ dos treinadores começou invulgarmente apenas nessa ronda, algo que não acontecia há quase 20 anos, englobando ainda a saída de Petit do Belenenses SAD, que treinava desde janeiro de 2020, no 17.º e penúltimo posto, com quatro pontos.

O atual técnico do Boavista foi rendido por Filipe Cândido, recrutado à União de Leiria, da Liga 3, que se estreou na I Liga, tal como o sucessor de Daniel Ramos no Santa Clara, que deixou de ser adjunto de Paulo Fonseca para debutar como treinador principal.

À 11.ª jornada, foi a vez do espanhol Júlio Velázquez, entretanto substituído por Vasco Seabra, não resistir a tantos desafios sem vencer pelo Marítimo, deixando-o em 17.º e penúltimo, com sete pontos, depois de seis derrotas, quatro empates e uma vitória.

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