O Aston Villa foi hoje a Londres impor uma derrota pesada ao Arsenal, por 3-0, na oitava jornada da I Liga inglesa de futebol, resultado que só peca por escasso tal a superioridade da equipa de Birmingham.

De resto, logo no primeiro minuto o aviso do Aston Villa ficou feito, quando o Arsenal foi ‘salvo' pelo vídeoárbitro que considerou que o avançado Ross Barkley interferiu com a ação do guarda-redes na sequência do remate do médio escocês John Mc Ginn, que só parou no fundo das redes do guarda-redes alemão Bernd Leno.

A supremacia clara do Aston Villa traduziu-se nos três golos que marcou, o primeiro na sequência de um autogolo de Bukayo Saka, aos 25 minutos, e os dois outros de autoria do avançado Ollie Watkins, que pôs a ‘cabeça em água' à defesa do Arsenal, aos 72 e 75.

Com este triunfo, o Aston Villa segue em sexto lugar, com 15 pontos, os mesmos do quinto, que é o Chelsea, mas tem menos um jogo, enquanto o Arsenal é 11.º, com 12.

No grande jogo da jornada, o Liverpool foi empatar a um golo na visita ao Manchester City e ‘ofereceu' a liderança isolada da Liga inglesa de futebol ao Leicester.

Com o internacional português Diogo Jota no ‘onze', os campeões ingleses adiantaram-se no marcador aos 13 minutos, através de uma grande penalidade convertida pelo egípcio Mohamed Salah, a castigar falta de Kyle Walker sobre Sadio Mané.

Contudo, o brasileiro Gabriel Jesus repôs a igualdade aos 31 minutos, sendo que os ‘citizens', que contaram com Rúben Dias e João Cancelo entre os titulares, até poderiam ter operado a reviravolta em cima do intervalo, só que o belga Kevin de Bruyne desperdiçou um penálti.

O português Bernardo Silva começou no banco de suplentes do adversário do FC Porto na Liga dos Campeões, tendo sido lançado por Pep Guardiola para a última meia hora.

Com este empate, o Liverpool caiu para o terceiro lugar, com 17 pontos, os mesmos do Tottenham, segundo, e menos um do que o novo líder da Premier League, o Leicester, que pouco antes tinha vencido por 1-0 na receção ao Wolverhampton, comandado por Nuno Espírito Santo.

Uma grande penalidade concretizada por Jamie Vardy, aos 15 minutos, foi suficiente para os campeões de 2015/16 baterem a mais portuguesa das equipas inglesas e passarem a somar 18 pontos, em oito encontros.

A formação da casa, que goleou na quinta-feira o Sporting de Braga por 4-0, em Inglaterra, e joga na 'pedreira' em 26 de novembro, para a Liga Europa, teve mais um penálti, mas, aos 39 minutos, Rui Patrício impediu o 'bis' de Vardy.

Na segunda parte, os comandados de Nuno Espírito Santo poderiam ter chegado à igualdade, mas, na melhor ocasião, os 77 minutos, Kasper Schmeichel, que tem a quem sair, ao pai e ex-'leão' Peter, defendeu espetacularmente um 'tiro' de Rúben Neves.

Ricardo Pereira continua lesionado nos locais, não tendo ainda atuado em 2020/21, enquanto Rui Patrício, Nélson Semedo, Rúben Neves, Pedro Neto (saiu aos 79 minutos) e Daniel Podence (saiu aos 60) foram titulares nos Wolves e Fábio Silva entrou aos 79.

Depois de Everton e Liverpool, a Liga inglesa tem novo ‘comandante' à oitava ronda, enquanto o Wolverhampton segue em oitavo lugar, com 13 pontos.

No primeiro encontro do dia, um golo de cabeça do avançado Harry Kane, aos 88 minutos, o seu 150.º na Premier League e sétimo na presente edição, valeu ao Tottenham um triunfo por 1-0 no reduto do West Bromwich - que continua sem ganhar (três pontos) - e a ascensão à vice-liderança.

Os 'spurs', treinados por José Mourinho, conseguiram somar o sétimo encontro consecutivo sem perder, depois do 0-1 com o Everton a abrir, e o quarto triunfo em quatro jogos fora, após as vitórias nos redutos de Southampton (5-2), Manchester United (6-1) e Burnley (1-0).

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