A seleção de futebol de Espanha vai ser vacinada pelo exército para que possa defender o país “nas melhores condições” durante o Euro2020, mantendo os critérios éticos aplicados à equipa olímpica para Tóquio2020.

“Uma decisão tremendamente importante, necessária e tomada nos mesmos termos e condições que tomámos com os nossos atletas olímpicos”, justificou a ministra da saúde, Carolina Darias.

A governante informou que serão as forças armadas a vacinar a ‘roja’, com a vacina da Pfizer.

Depois de dois internacionais espanhóis terem testado positivo nos últimos dias, o médio Sergio Busquets, após o particular com Portugal, e o defesa central Diego Llorente, o governo tomou a decisão a escassos dias da seleção se estrear no Campeonato da Europa, segunda-feira ante a Suécia.

De acordo com o Conselho Superior de Desportos, “tudo vai ser feito em coordenação com os serviços médicos da federação, que são quem vai decidir o melhor momento”, sendo que o organismo se revelou “absolutamente a favor da vacinação dos futebolistas”.

O ministério da cultura e desporto só na sexta-feira contactou o da saúde para esta possibilidade, recebendo resposta na segunda-feira depois de consultar os “órgãos competentes”.

“Fazemo-lo no momento em que nos solicitaram e como estava previsto”, disse, garantindo que o governo atuou “da forma mais rápida possível”, lembrando que era preciso “saber o grupo a vacinar, a idade e se já tinham estado doentes”.

No Grupo E, a Espanha defronta a Suécia, a Eslováquia e a Polónia, treinada pelo português Paulo Sousa.

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