Disputada em terra batida e recinto coberto, esta será a quarta eliminatória de Portugal numa ronda de acesso à fase final da Taça Davis, depois de 1994 (derrota com a Croácia), 2017 (derrota com a Alemanha) e 2019 (derrota com o Cazaquistão).

“Depois de consultarmos os jogadores e a equipa técnica sobre o piso em que vamos jogar e de falarmos e negociarmos com a Câmara Municipal da Maia, que nos vai apoiar na realização da eliminatória, escolhemos jogar aqui […] a eliminatória contra a República Checa, que como sabem será histórica se ganharmos”, declarou o presidente da FPT, Vasco Costa, citado pela assessoria de imprensa da federação.

Portugal procura alcançar pela primeira vez a elite da principal competição de seleções masculinas do ténis, que foi reformulada em 2019 e ajustada em 2022.

A eliminatória entre Portugal e República Checa será a segunda num espaço de 12 meses a realizar-se no Complexo Municipal de Ténis da Maia (Porto), ‘palco’ da vitória por 4-0 frente à Polónia, em março, que permitiu à seleção nacional discutir, depois, com o Brasil, em setembro, o acesso ao ‘play-off’ de apuramento para as Finais da Taça Davis de ténis de 2023.

Em Viana do Castelo, a seleção liderada por João Sousa derrotou a congénere brasileira por 3-1, num inédito duelo entre as duas equipas, e garantiu o acesso à fase de qualificação para as Finais da Taça Davis da próxima temporada.

Em 2023, a fase de grupos das ‘Finais’ está marcada para a semana que começa a 11 de setembro, em quatro localizações (um grupo por cidade), enquanto a fase a eliminar, com as oito melhores equipas (duas apuradas por grupo), acontecerá entre 21 e 26 de novembro em Málaga.

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