Em vez da ida a uma das montanhas ‘míticas' do ciclismo internacional, a jornada de domingo vai arrancar em Biescas, como planeado, e terminar em Formigal, depois de o Col du Tourmalet ter sido ‘riscado' da mesma maneira que o Izoard foi na Volta a Itália, que previa essa subida para sábado.

Na Vuelta, a nova configuração da sexta tirada incluirá 146,4 quilómetros e conta com a subida ao Alto de Petralba, de terceira categoria, seguido do Alto de Cotefablo, de segunda, antes da mudança no traçado original, com uma meta volante para a segunda passagem em Biescas e uma subida à estação de Aramón Formigal, com um total de 3.040 metros de acumulado de subida.

O Formigal é outra subida icónica em Espanha, tendo marcado, em 2016, um dia decisivo para o colombiano Nairo Quintana, que então aproveitou um ataque para distanciar o britânico Chris Froome e praticamente garantir a vitória final, a seis etapas do fim.

Antes, a conhecida estância de esqui foi ponto de chegada em quatro outras ocasiões, três nos anos 1970 e uma outra em 2013, ganha pelo francês Warren Barguil, estando este ano interdita ao público devido à pandemia de covid-19.

A 75.ª Volta a Espanha cumpriu hoje a terceira etapa, vencida pelo irlandês Dan Martin (Israel Start-Up Nation), segundo na geral atrás do esloveno Primoz Roglic (Jumbo-Visma), vencedor da Vuelta em 2019.

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