Gonçalo Ramos concedeu uma entrevista à Benfica Play, na qual recordou o dia em que renovou pelo clube 'encarnado', até 2025.

"Foi um dia especial, porque renovei com o Benfica, mas também porque estive com a minha família e celebrei com eles. À parte disso, foi um dia normal: vim treinar, estive com os meus colegas, mas depois despachei-me rápido para estar com a família. Sempre que vêm cá, tento aproveitar ao máximo. Depois fomos tratar da assinatura do contrato e foi um dia fantástico", contou o jovem avançado.

O internacional sub-19 português recordou ainda como foi feita a sua transição de médio para avançado. "Foi no primeiro jogo que fiz na Youth League, há duas épocas, frente ao Bayern. O mister Renato Paiva lançou-me a ponta-de-lança, acho que não tínhamos nenhum disponível. Fiz um golo e a partir daí foram aproveitando a minha vertente de matador. O míster Filipe Ramos na Seleção também aproveitou. Na Seleção passei a ser sempre ponta-de-lança e no Benfica ia alternando com a posição de médio, até ficar só ponta-de-lança", lembra.

Gonçalo Ramos explicou ainda o porquê de festejar golos com as mãos em gesto de pistolas: "Sempre fiz alguns golos e o meu pai dizia-me 'Gonçalo, tens de arranjar um festejo que se identifique contigo'. Então, numa conversa com os meus colegas antes de um jogo, fizemos as pistolas e eles disseram que se fizesse golo faria as pistolas. Marquei, festejei dessa forma e desde então ficou assim."

O jovem destacou também dois locais para festejar um futuro título de campeão nacional. "O Marquês de Pombal é o sítio especial e vai ser o escolhido porque é onde, se tudo correr bem, vamos estar a festejar o título, mas há que fazer referência também ao mercado de Olhão porque foi o sítio onde passei grande parte da minha infância", justificou

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