Afinal, Caio Lucas não chegou à a custo zero como se pensava. O extremo brasileiro terminou contrato com o Al Ain dos Emirados Árabes Unidos em junho, quando assinou pelo Benfica até 2023.

Mas de acordo com o Relatório e Contas da SAD do Benfica, referente a 2018/19, o extremo custou 4,085 milhões de euros (incluindo valores de intermediação), estando o Benfica na posse de 75 por cento do seu passe.

No mesmo documento enviado à CMVM, a SAD do Benfica explica que pagou 2,750M€ para garantir Jhonder Cádiz, avançado venezuelado, entretanto emprestado ao Dijon. Já Chiquinho, que estava no Moreirense, custou  3.750 milhões de euros. Esse valor diz respeito aos 50 por cento do passe do médio que pertenciam aos cónegos, já que os restantes 50 por cento estavam na posse do Benfica.

O Benfica explica que a renovação de de Samaris teve um encargo de 1,18M€ e a de Sálvio (vendido pouco tempo depois ao Boca Juniors) de 2,936M€ , valor que engloba os encargos com serviços de intermediação e o prémio de assinatura.

O Benfica explica ainda que recebeu 18,1 milhões de euros pelas vendas de Carrillo, Lisandro López e Salvio.

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