Gabriel, 9,7 milhões. Weigl, 20 milhões. Pizzi, 14 milhões. Cervi, 5,7 milhões. Rafa, 16,4 milhões. Carlos Vinícius, 17 milhões. Ao todo, os jogadores que começaram a partida pelo Benfica frente ao Paços de Ferreira do meio-campo para a frente custaram aos cofres das 'águias' 82, 8 milhões de euros.

Números que mostram uma aposta ofensiva forte em termos monetários, compensada depois com um setor defensivo bem mais 'poupado', pelo menos a olhar para os cinco jogadores mais recuados que foram titulares contra o Paços. Os centrais Ferro e Rúben Dias são produto da formação, André Almeida custou uns escassos 200 mil euros, por Grimaldo o Benfica pagou 2,1 milhões e Vlachodimos foi o mais 'caro' dos cinco: 2,4 milhões de euros. Ao todo...4,7 milhões.

Ou seja, dos 87,5 milhões de euros que 'custou' o onze inicial de Bruno Lage no último jogo do Benfica, mais de 90 por cento foram investidos no ataque.

Um cenário que se vem repetindo ao longo dos últimos tempos, com o Benfica a investir fortemente em jogadores de ataque. Ainda esta época Raúl de Tomás custou 20 milhões de euros e, no passado, as 'águias' deram quase 22 milhões por Raúl Jiménez, o jogador mais caro da história do clube, enquanto no setor mais recuado o jogador mais caro contratado pela formação 'encarnada' nas últimas cinco épocas foi o defesa-central argentino Germán Conti, por quem pagou 3,5 milhões de euros.

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