Um juiz da cidade de San Isidro, Argentina, decidiu aceitar o pedido de isenção de prisão de Leopoldo Luque, médico pessoal de Diego Armando Maradona. Escreve o jornal 'La Nacion' que o juiz Orlando Díaz solicitou aos responsáveis pela investigação à morte do craque (há suspeitas de homicídio involuntário) que deduzissem uma acusação, mas estes responderam que ainda tal não é possível, uma vez que ainda estão a recolher provas.

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Sendo assim, o juiz aceitou o pedido dos advogados de defesa de Leopoldo Luque, Julio Rivas e Mara Digiuni. Os dois defendem que o médico "nunca colocou em perigo a vida do seu amigo e paciente".

"Devemos saber como e por que morreu Maradona, e, a haver responsáveis, quem eles foram. O Luque esteve sempre lá quando foi necessitado. E, se se fala de más práticas, seja por uma ação ou omissão, devem dizer quais foram", escreveram os advogados na carta ao juiz.

O médico de Maradona viu a sua residência e consultório privado serem alvos de buscas na semana passada, depois de ser aberta uma investigação à morte de Maradona. O antigo campeão do Mundo de futebol morreu aos 60 anos, vítima de uma paragem cardiorrespiratória.

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